quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O mito da sabedoria popular





Muitas vezes somos acometidos a ouvir aquela velha sabedoria popular que alguém tem a contar, principalmente se ela estiver relacionada a área da saúde, quantas vezes escutamos quando éramos criança as pessoas dizerem “não tome leite com manga” ou “não pise com o pé descalço no chão ou você vai ficar com gripe”. Nessa ultima viagem que fiz fui surpreendido por uma afirmação da minha mãe dizendo:
-Não posso tomar suco de caju porque tem muito ferro. - em seguida retruquei:
-Mãe o caju não possui muito ferro, nem o feijão possui tanto assim, a maior fonte de ferro é a carne.
-Caju tem muito ferro sim senhor. – respondeu ela, nesse instante meu irmão me interrompeu.
-Eduardo, não se meta com a sabedoria popular.
Essas palavras me fizeram refletir e não responder mais para minha mãe, porque geralmente o pensamento rígido e convicto das pessoas atrapalha seu aprendizado, a ignorância torna as pessoas fechadas para novas idéias, tenho certeza que minha mãe poderia ter tomado aquele belo suco e ao mesmo tempo eliminado antigas convicções sobre a “sabedoria popular”.
É correto que algumas coisas antigas são realmente verdades, mas a maioria é pura especulação.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Ecstasy: a droga da felicidade e da depressão.




Qual o objetivo que o ser humano busca incansavelmente na sua vida?? Como poderíamos pronunciar a palavra mais buscada de todos os tempo? Qual o ingrediente essencial que falta e muito na vida dos seres humano?? CHAMA-SE FELICIDADE.
O hormônio que prova sensações de felicidade é a serotonina geralmente é ativada na área do cérebro chamada de lobo pré-frontal esquerdo. As pessoas que usam ecstasy tem um “pico alto” de serotonina que causa a tal felicidade buscada por todos, porem poucas horas depois do pico os estoques desse hormônio do organismo ficam esgotados e qual sua conseqüência? DEPRESSÃO, pois o organismo leva tempo para repor esse estoque, o que pode levar dias, isso leva muitas pessoas ao suicídio pós-uso da droga.
O uso do ecstasy leva a dependência e causa vários problemas neurológicos que podem ser irreparáveis, sem contar que pode levar a uma taquicardia durante o uso.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Sujeira do “Bem”




Durante nossa vida passamos preocupado com o excesso de limpeza para evitarmos seres indesejáveis em nosso corpo que futuramente nos levariam a doenças. Um estudo recente aponta que durante a infância as crianças precisam se sujar e entrar em contato com germes, pois esses fortalecem o sistema imunológico contra alergias, uma porta-voz para a entidade beneficente para estudos de doenças alérgicas Allergy UK disse que há cada vez mais evidências de que a exposição a germes seja uma coisa positiva.
Muitos especialistas acreditam que a obsessão por limpeza na sociedade moderna estaria por trás de uma explosão em casos de alergia em países desenvolvidos, se o nosso organismo não for exposto a germes e bactérias durante a infância ele não cria anticorpos necessários para evitar as alergias no futuro.
Criança tem que ter infância de verdade e não ficar presa pelos medos dos pais.



terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Obesidade: uma doença silenciosa!




A obesidade virou uma epidemia no mundo e cada vez mais pessoas estão entrando nesse carrossel, e no fundo quem considera ela uma doença? Quais são suas causas?
As causas da obesidade estão associadas a fatores genéticos, ambientais e psíquicos. Os fatores genéticos são de certa forma uma “facilidade” para se engordar que herdamos de nossos pais. Os alimentos que comemos hoje em dia são mais gordurosos e facilitam para que as pessoas engordem, e outro fator é o sedentarismo.
O principal problema esta no fator psíquico, estudos epidemiológicos constatam que cerca de 30% dos pacientes obesos que procuram tratamentos para emagrecer são portadores do transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP) e depressão. Comer é uma forma de prazer, isso leva as pessoas a procurar na comida uma forma de compensar a falta diária de prazer em suas vidas.
Essa doença silenciosa trás muitos problemas para a pessoa obesa como: câncer de intestino, câncer de próstata e ovário, diabetes, hipertensão, insônia, trombose, entre outros.
Até quando as pessoas vão fechar os olhos e acreditar que a obesidade é uma doença física sem levar em consideração seus aspectos psíquicos?


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

ANVISA proíbe o uso de câmaras de bronzeamento artificial.




É isso ai pessoal, a ANVISA proibiu o uso de câmaras de bronzeamento artificial para fins estéticos, segundo a agência um estudo aponta riscos de câncer decorrentes da prática. O estudo incluiu a exposição às radiações ultravioleta na lista de práticas e produtos carcinogênicos para humanos, e concluiu que a prática de bronzeamento artificial aumenta em 75% o risco de câncer de pele (melanoma). Será mesmo? Sim, o bronzeamento artificial nos expõe a ondas eletromagnéticas e a raios ultravioletas que em contato com a pele provoca mutações nas células.
O câncer de pele responde por 25% dos casos de tumor maligno no Brasil, segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer).
A proibição da ANVISA já está valendo e não haverá prazo de transição.
Enquanto isso o cigarro continua sem nenhuma restrição!



domingo, 29 de novembro de 2009

Alcoolismo: predisposição genética ou fatores psicossociais?




Que fatores levam uma pessoa a ficar dependente do álcool? Como sabemos o álcool é uma droga lícita, ou seja, é permitido o seu consumo, porém sempre existe aquela pessoa que acaba bebendo com freqüência e que não consegue larga mais do bendito.
Não é possível que alguém já nasça “pronto” para ser dependente de álcool sem ter experimentado, contudo um estudo releva que 20% dos alcoólatras têm vida social e psicológica boas, então qual seriam os motivos para a dependência? Ao que tudo indica eles tem dependência física e histórico familiar de alcoolismo, a esses dependentes chamamos de TIPO I, que é o fator genético e físico.
A grande maioria da dependência do álcool ocorre por fatores psicossociais, cerca de 60%, revela o estudo. A esses dependentes o uso do álcool muda seu comportamento, também é usado como um "tratamento" para as dificuldades enfrentadas no seu desenvolvimento psíquico principalmente para aliviar dores passadas, torna uma forma de alivio para sentimentos que estavam reprimidos no alcoólatra, entre outros fatores psíquicos. Quem nunca ouviu aquela famosa frase: “o ego é solúvel em álcool”, de uma maneira geral o álcool “tira” aqueles problemas acumulados durante a vida, chamamos esses dependentes de TIPOII e III.
O TIPO IV além de fatores psicossociais, esses pacientes sofrem de problema neuronais como epilepsia ou polineuropatia, que compreendem cerca de 20% dos dependentes. 
Ultimamente tem sido divulgado no meio cientifico pesquisas que afirmam que consumir álcool moderadamente pode trazer benefícios, mas vale lembrar que essas pesquisas são financiadas por indústrias de cervejaria e não levam em conta vários fatores, sem contar que o álcool está associado a varias doenças como o câncer e a cirrose. Então não vai saindo por ai enchendo a cara para esquecer seus problemas, pois você pode estar prejudicando a sua saúde, o melhor que se faz é procurar profissionais que possam ajudar a solucionar problemas do passado.
A classificação usada quanto ao tipo de alcoolismo foi a TIPOLOGIA DE LESCH.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Depressão pós-sexo: disfunção cerebral ou razões psicológicas?





Fazer sexo é bom, é gostoso, e todo mundo sabe. Será que só temos prazer? Nos últimos anos o médico Richard A. Friedman cruzou com diversos pacientes que o pós-sexo lhes traz depressão. Mais quais as razões biológicas e psicológicas?
O cérebro é o principal órgão sexual, e como tal comanda todas nossas emoções e experiências vividas, pessoas aparentemente boas de saúde estão sofrendo de depressão depois de fazerem sexo. É obvio que as pessoas estão procurando um prazer fugaz, pois o sexo é exatamente isso, e para desvendar esse mistério o médico Friedman propôs um tratamento com remédios para seus pacientes que chegou a seguinte conclusão: “Agora, há pelo menos três razões possíveis para meus pacientes se sentirem melhor: um, a droga funcionou; dois, ela teve um efeito placebo; ou três, houve uma flutuação aleatória nos sintomas – eles teriam melhorado mesmo sem nenhum tratamento.” Em seguida o médico interrompeu o tratamento e o problema se instalou novamente, então, quais seriam realmente os motivos?
A meu ver esses pacientes sofreram um efeito placebo dos remédios, como a maioria das pessoas toma “pensando que ele realmente vai funcionar” seus efeitos são eficazes, mas quando cortamos o medicamento o problema volta.
Os pacientes do Dr. Friedman ao contrário do que ele acredita sofrem de uma culpa pós-sexo?
Provavelmente sim, a culpa pode estar associada a diversos fatores e depende de cada individuo, mas em geral a culpa deles está associada a “falta de um prazer prolongado”, um prazer que satisfaça suas emoções.
Então, sexo ou amor? Parece que nesse caso o amor é o melhor remédio para curar uma depressão pós-sexo.