segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Depressão pós-sexo: disfunção cerebral ou razões psicológicas?





Fazer sexo é bom, é gostoso, e todo mundo sabe. Será que só temos prazer? Nos últimos anos o médico Richard A. Friedman cruzou com diversos pacientes que o pós-sexo lhes traz depressão. Mais quais as razões biológicas e psicológicas?
O cérebro é o principal órgão sexual, e como tal comanda todas nossas emoções e experiências vividas, pessoas aparentemente boas de saúde estão sofrendo de depressão depois de fazerem sexo. É obvio que as pessoas estão procurando um prazer fugaz, pois o sexo é exatamente isso, e para desvendar esse mistério o médico Friedman propôs um tratamento com remédios para seus pacientes que chegou a seguinte conclusão: “Agora, há pelo menos três razões possíveis para meus pacientes se sentirem melhor: um, a droga funcionou; dois, ela teve um efeito placebo; ou três, houve uma flutuação aleatória nos sintomas – eles teriam melhorado mesmo sem nenhum tratamento.” Em seguida o médico interrompeu o tratamento e o problema se instalou novamente, então, quais seriam realmente os motivos?
A meu ver esses pacientes sofreram um efeito placebo dos remédios, como a maioria das pessoas toma “pensando que ele realmente vai funcionar” seus efeitos são eficazes, mas quando cortamos o medicamento o problema volta.
Os pacientes do Dr. Friedman ao contrário do que ele acredita sofrem de uma culpa pós-sexo?
Provavelmente sim, a culpa pode estar associada a diversos fatores e depende de cada individuo, mas em geral a culpa deles está associada a “falta de um prazer prolongado”, um prazer que satisfaça suas emoções.
Então, sexo ou amor? Parece que nesse caso o amor é o melhor remédio para curar uma depressão pós-sexo.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Câncer, Depressão e Estresse


                             Linfócito T atacando uma célula tumoral.


Quem de nós nunca pensou em uma possível cura ou principalmente em uma prevenção contra o Câncer??
O câncer é uma das doenças que mais mortes provocam no Brasil, embora suas causas ainda estejam indefinidas, a maior porcentagem da sua aparição está relacionada a fatores ambientais como (estresse, alimentos, etc.). A minha análise vai discorrer sobre como o estresse e a depressão possam influenciar tanto no aparecimento como no aceleramento da doença, com algumas bases científicas e a maioria no campo da especulação.
O câncer é caracterizado por células que se dividem sem parar e sem controle algum, e freqüentemente são associados á atividade imunológica anormal (Melinda Wenner). Ou seja, a falta de glóbulos brancos (leucócitos) está associada ao aparecimento dessa doença. Mas que fatores emocionais poderiam baixar esses glóbulos brancos?
O estresse e a depressão são fatores emocionais que mudam todo o ciclo de energia no corpo, alterando os hormônios e diminuindo a atividade dos glóbulos brancos e assim acaba facilitando a proliferação das células tumorais. 
Sem defesa o nosso corpo não tem como combater essas células problemáticas que vão se fundir aos glóbulos brancos restantes,  reproduzindo e se espalhando pelo corpo todo.(John Pawelek)
A depressão pode atrapalhar as chances de sobrevivência de pacientes com câncer. Pesquisa realizada no Canadá revela que mortalidade é até 25% maior em pacientes com sintomas de depressão.(BBC)
Hoje a ciência volta seus olhos para a complexa emoção humana e até onde ela possa influenciar nossa saúde. Não é possível que corpo e mente não estejam ligados entre si. Por isso eu digo seja feliz e tenha uma boa alimentação e as chances de você ter um câncer serão relativamente pequenas.